terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Que Futebol?

Futebol! Essa paixão que enlouquece milhões de torcedores!

 RONALDO, ULTIMO CRAQUE BRASILEIRO!

Temos 22 jogadores em campo correndo como loucos que faz lembrar um bando de desesperado se espancando como os gladiadores romanos e um dito técnico chamado de professor que desesperadamente como um doido fora de campo, grita e agredir os árbitros, bandeirinhas, jogadores inimigos e amigos dos dois lados vice e/ou versa.

Tem uma pequena estória que gostaria de conta para vocês, baseada em fatos reais..

Lá em jacupemba tinha um jogador que não sabia nem chuta uma bola, mas o pai dele era o homem mais rico da cidade e apaixonado por futebol fez o tal professor colocar para joga o seu filho, muito do teimoso o Zé do Peido que era o filho do ricaço só queria joga na zaga e tinha mania de liderar, batia o pé para ser o capitão do time, o técnico não tinha outra alternativa fazia o que ele queria, mas todos os domingos o time tomava uma surra e o Zé ainda tinha coragem de dar esporo nos jogadores. Certo dia, armarão uma para o Zé, deram um chá misturado e quando entrou em campo nem inicio o jogo o Zé saiu de campo todo cagado e o time venceu o jogo e nunca mais o pai do Zé botou ele para joga e pior entrou como Zé e saiu como Zé do Peido.
Esta pequena parábola retrata como o futebol brasileiro está.

O campeonato brasileiro sem dúvida é muito disputado, bem nivelado por baixo, para se ter uma idéia os 220 jogadores que entram em campo não se salva nem 10%, e se! Se salva seria impossível de montar um time porque clube nenhum no Brasil teria condições de banca esta estrutura.

Os torcedores esta mais vivendo paixão do que curti belos jogos, cada jogada é um desespero, quando o time joga bem no primeiro tempo, o segundo é uma tortura.
Que futebol é esse!       
 Esses discursos loucos que certos torcedores têm que o meu time é melhor no papel, então vão bota em campo o papel.

Os estádios com suas arenas todas ultrapassados e tem que sofrer reforma para receber um publico exigente por segurança, conforto e boa qualidade de atendimento, mas o bom futebol não depende dos estádios com por exemplo o Maracanã que não pertence a clube.

Os empresários corruptos que administra os clubes e as entidades
Que regula o futebol é responsável pelo fracasso dos eventos e endividando os países que os sedia.
Os atletas hoje são os escravos mais caro que a humanidade tem conhecimento. Jovens são vendidos para o mercado mundial e logo são manipulados para se enquadra ao sistema e passa pelo funil ou descarta lhos como mercadoria podre.   


Quando conseguirem fecha uma parceria entre todos interessados como os clubes, CBF, empresários e dono de estádios e empresários de jogadores. Acreditamos que todos sairiam ganhados, principalmente os apaixonados pelo bom e belo Futebol Brasileiro.

sábado, 23 de outubro de 2010

VIDA LONGO PARA O REI!

Pelé 70 anos: Rei vale R$ 600 milhões


R1
Carol Knoploch
  • R1
  • R2
  • R3
  • R4
  • R5
  • MÉDIA: 0,0
Pelé em ação promocional da Libertadores - AP
SANTOS. Quer Pelé como garoto-propaganda? Ele não sai de casa por menos de R$ 2 milhões. Se a campanha for no exterior, dobre o valor. Este é o piso: a cifra varia de acordo com o tempo de contrato, participações em eventos... A marca Pelé vale R$ 600 milhões, segundo José Carlos Kanner, presidente da Prime, que há um ano comprou a marca Pelé por 20 anos (tem prioridade para mais 20). Ele afirma que é agora, após 30 anos da despedida dos gramados, que Pelé começa de fato a vender produtos. Um recomeço para o Rei que comemora neste sábado 70 anos.
- A imagem dele sempre foi bem trabalhada, mas não a marca. Por incrível que pareça, não se explorou a venda de produtos de forma significante. Agora, o Pelé se prepara para eternizar a marca - explica Kanner, que começou a vender a linha esportiva Pelé na Alemanha e Inglaterra. Ainda em 2010 atingirá os EUA (sem previsão para chegar ao Brasil). O destaque é uma chuteira, licenciada por uma empresa suíça. Pelé opinou das travas à palmilha. E o filho Edinho está testando no Santos.
- Mesmo com 70 anos, o mercado é elástico e inclui produtos e serviços ligados a energia, saúde e nutrição.
Segundo amigos, Pelé não gosta de festa em seus aniversários e por isso costuma refugiar-se. Só terá a companhia dos familiares, provavelmente no Guarujá (SP).
- Ele diz assim: "Hoje o Pelé faz aniversário e onde ele for eu vou também" - conta Manoel Maria, ex-ponta direita do Santos. Ele coordena o Litoral Futebol Clube, parceiro do Jabaquara, que sobrevive com a ajuda do Rei. - Minha carreira nos gramados foi curta e o meu gol mais bonito é a amizade com o Pelé. Ele tem uma família enorme, ajuda muita gente e a mim também. Merece o mundo mas como já tem... Desejo que Deus perdoe todos os seus pecados. Eu o amo!
Corpinho de 55Pelé, Zidane e Maradona. (Camilla Alves - Atitude Comunicação)
- A pilha dele não acaba! - conta André Figer, filho do empresário Juan, amigo de Pelé. A família é sócia do Rei na rede de academias Pelé Club, que vai inaugurar a quarta unidade no início de 2011, em Uberlândia (já existe em São Paulo, Belo Horizonte e Belém). - Tudo a ver com aquela propaganda de pilha que ele fez com Robinho. O Pelé mantém o peso de quando encerrou carreira. Faz academia em casa, se preocupa com a saúde, faz dieta e é fininho - conta André, ao lembrar da propaganda das pilhas Rayovac, "a amarelinha", da qual Pelé foi garoto-propaganda nos anos 70 e também em 2005 ao lado de Robinho.
Ele afirma que o Rei não gosta de ficar parado:
- Nas viagens ao exterior, há recepção de chefe de Estado. Quando tem brecha na agenda, arruma outros compromissos. Muitas vezes ficamos cansados antes dele - observa André - O assédio chega de presidentes a ascensoristas. E o tratamento é igual. Ele não dá só autógrafo. Faz dedicatória. Não tira uma foto. Repete a foto para uma mesma pessoa... Haja disposição.
E ninguém fica sem autógrafo. Pelé tem um secretário que o acompanha sempre e tem canetas para a hora H. É que Pelé gosta de usar as porosas para escrever nas camisas.
- Brinquei num vôo para ele fingir que estava dormindo. Mas não topa. Houve tumulto e teve de avisar que daria autógrafos para todos após a decolagem - lembra Anibal Massaíni Neto, produtor do filme Pelé Eterno e amigo do Rei - Estávamos na Itália e consegui convencê-lo a sair pelos fundos do hotel para jantarmos. Uma multidão fazia plantão na porta. Pelé aceitou mas disse que eu pagaria a conta se não conseguíssemos comer sossegados. Adivinha? Dezenas de autógrafos naquela noite. Pelé não sabe o que é uma vida comum - avalia Aníbal, que entrega o Rei: separado desde 2008, "tem sempre paquerinha" e atualmente não "está sozinho".
300 pedidosPelé em evento em Nova Iorque - Arquivo
Neli Cruz, uma das três assessoras de Pelé, a responsável pela agenda no Brasil e no exterior, somou mais de 300 pedidos de jornalistas do mundo inteiro para entrevistá-lo por conta do aniversário. Gentilmente, recusou todos. Ela, há dez anos com o patrão ilustre, diz que Pelé tem compromissos agendados até julho de 2011, quando acenderá a pira dos Jogos Mundiais Militares, no Rio.
- Ele trabalha muito, mas tira férias todos os anos. São muitos parceiros - declara Neli, que assegura que o Rei recebe convites diariamente. Há algum tempo não aceita mais ações pontuais, aparições (com raras exceções). Seus contratos são de médio a longo prazo. E não escapa de pedidos curiosos:
- Uma senhora que fará 70 anos junto com o Pelé pediu uma ligação dele para ser parabenizada! - revela Neli, que tentaria convencê-lo. Para ela, Pelé tem 70 mas "corpinho de 55"- Ah! Também recebo ligações de mulheres que se dizem apaixonadas e que querem sair com ele. Pode?
Obama e mineiros
Além da Prime e da Pelé Club (ambas em São Paulo), o Rei despacha em Santos e em Nova York. Em 2010, aumentou as viagens para os Estados Unidos porque seus filhos mais novos (Joshua e Celeste) estão em Orlando.
Recentemente, Pelé recebeu pedido do consulado do Chile para enviar camisa autografada para os mineiros que estavam soterrados no Deserto do Atacama. Ele topou.
- Pelé mandou carta para Barack Obama parabenizando-o pela eleição em 2008. E ele respondeu! Tenho guardada, claro - contou Neli. - Há dois anos, o príncipe Charles o convidou para gravar um clipe sobre sustentabilidade. São coisa deste nível.
O hobby é cozinhar e escrever músicas. Já gravou com Elis Regina, Jair Rodrigues e Gilberto Gil. Trocou o futebol pelo tênis - e odeia perder.
- Em alguma coisa tinha de não ser perfeito, né? Ainda assim, acho que canta bem samba - afirma o médico Nilson Santos, amigo de Pelé.
- Quando cozinha, deixa de ser rei para servir. Prefere salgado ao doce e adora escargot - completa Aníbal, que, como poucos, conhece a carreira do rei nas telas. Fez novela na TV Excelsior (Os Estranhos), contracenou com Sylvester Stallone e Michael Caine (Fuga para Vitória), viveu um escravo (A Marcha), foi protagonista (Pedro Mico). - Não faria novela hoje porque não teria tempo e tem a dificuldade de superar a própria imagem. Não seria um padre, por exemplo. Mas sim o Pelé de batina.
Sem seguranças
Nilson, que conheceu Pelé durante a primeira excursão do Santos ao exterior, descreve momentos especiais:
- É gente querendo beijar seu pé, se ajoelhando... Uma vez, na França, os funcionários da imigração deixaram seus postos para tirar foto com o Pelé. Segurança particular? Ele não tem... Quem faria mal a Pelé? - pergunta o médico, que fundou com o Rei, em Curitiba, o Instituto Pelé Pequeno Príncipe (desenvolve pesquisas de doenças complexas de crianças em idade escolar).
- Para mim, é rei pelas atitudes como homem. Tem diversos projetos filantrópicos e não fica contando. Sua preocupação com as crianças não é discurso do milésimo gol - elogia o médico. - Já tive contato com várias estrelas de Hollywood e garanto que Pelé conseguiu manter os pés no chão e as rédeas da sua vida.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Rio2016 Instalações Olímpicas na cidade do Rio de Janeiro e a copa de 2014

Se as coordenações destes dois projetos trabalharem com objetivo de executar estas obras na integrar, o Rio de Janeiro em mesmo de cinco anos sem dúvida! Será uma das cidades mais moderna do mundo, mas não custa lembrar só as obras não faz uma cidade com índice de boa qualidade de vida, precisamos de boa educação, saúde, segurança e o principal respeito ao próximo.  






VAMOS FAZER UM RIO MELHOR
TE ADORO REALENGO-RIO.

Arena Palestra Itália, o novo estadio do Palmeiras sera o mais moderno d...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

VERGONHA DO FUTEBOL! Os Estádios de futebol Brasileiros, tantos os públicos e privados estão abandonados, Nenhuns dos espaços estão em condições de ser utilizados sem que sofra reformas ou ser demolidos para a Copa do Mundo de 2014. Entre os quinze estádios em melhores condições no país, nenhum se enquadra dentro do padrão internacional. Vergonha geral para a CBF que organiza e administra campeonatos e representa o futebol Brasileiro, para os clubes que são proprietários de estádios, e para os governos que tem estádios para escoar verbas dos cofres publico que por sinal esses estádios teriam que ser privatizados, por quê? Está não é função de estados e municípios.

OS PALCOS BRASILEIROS
(Confira também: Dezoito cidades pré-candidatas e o modelo sul-africano)
Veja como estão os 24 principais estádios brasileiros e o inédito ranking LANCE!, que usa como base para análise documento da Fifa que ensina a construir estádios
A meses do anúncio sobre qual o país que vai ser a sede da Copa do Mundo de 2014, fica a dúvida: se será necessário construir 12 estádios ou as principais arenas brasileiras podem, com ajustes, passar pelo criterioso caderno de encargos que a Fifa envia aos concorrentes pelo Mundial? O LANCE! conferiu in loco como estão os 24 principais estádios brasileiros.

O critério de escolha foi o de visitar todos aqueles que recebem jogos da Série A do Campeonato Brasileiro de 2007 ou que, por estarem localizados em cidades chaves, entram na briga para serem sede. Caso esse, por exemplo, do Mané Garrincha, em Brasília.

A conclusão, com base nos principais pontos que exige a Fifa para um estádio receber jogos de Copa do Mundo: com exceção do João Havelange (se realmente ele sair do papel como consta no projeto original para o Pan-Americano), no Rio de Janeiro, os outros precisam de vários ajustes para se adeqüarem.

Cinco estão em melhores condições e necessitam de reformas pontuais: Kyocera Arena (Curitiba), Morumbi (São Paulo), Maracanã (Rio, pós-reforma para o Pan), Mineirão (Belo Horizonte) e o sempre elogiado Raulino de Oliveira (Volta Redonda, mas com pouca chance de ser uma das sedes). Os outros 18? Só com um milagre (ou muito, mas muito dinheiro injetado em reconstruções).

A Fifa faz uma vistoria final às cidades e aos estádios em setembro, dois meses antes da decisão. A CBF já terá indicado as sedes. No momento, os membros da entiradade realizam o reconhecimento inicial, que servirá de base para a escolha das cidades e a decisão de reforma ou de construção.

No final do trabalho, o L! pôde elaborar um inédito ranking dos estádios brasileiros.

Em colaboração com a Uefa, a Fifa publicou no início da década um livro chamado “Recomendações Técnicas e Requisitos para a Construção ou Modernização de Estádios de Futebol”. É nesse documento que consta o que é necessário um estádio ter para receber jogos oficiais da entidade, principalmente os de Copa do Mundo.

São 38 artigos, sendo que seis destes apresentam incisos. Vai desde decisões estratégicas para a construção (como conseguir dinheiro, local, etc.), compatibilidade ambiental e até participação da comunidade na criação do campo.

– O que mais importa para a Fifa, porém, são os critérios objetivos, que é o que qualifica ou desqualifica.

Assentos, cobertura. A Fifa não admite torcedor tomando chuva, por exemplo – comenta Ricardo Araújo, da consultoria esportiva Clark Sports, que trabalha com o grupo que controla o Amsterdan Arena. O consórcio tem projeto de levantar estádios no Brasil com vistas à Copa do Mundo de 2014.

Para analisar os estádios brasileiros, o L! optou por considerar os critérios objetivos e classificá-los por importância, com pesos de um a três, com base no que foi definido como primordial na construção e reformas dos estádios alemães para a disputa da Copa de 2006.

Com isso, o foco nessa série é mostrar como estão estruturados os estádios. Mas para aprovar o Brasil, e as sedes, a Fifa analisará outros fatores, ligados à infra-estrutura das cidades, como segurança, rede hoteleira, restaurantes, etc. O único ponto analisado pelo L! relacionado a isso foi o sistema de transportes: como os torcedores chegariam aos estádios. Por ser subjetivo (como comparar o trânsito de cidades como São Paulo e Belém, por exemplo?) foi o único com peso um.
A 'Operação LANCE!' para visitar os estádios
O L! visitou os24 estádios com equipe de dez jornalistas. Foram acionadas as redações de São Paulo, Rio e BH, que ficaram responsáveis pelas arenas de suas praças.

Em Porto Alegre, Curitiba, Santos, Centro-Oeste (Goiânia e Brasília) e em Fortaleza, os correspondentes realizaram o levantamento.

Em Salvador e Recife foram contratados profissionais especialmente para realizar o trabalho. Para Belém, Florianópolis e Caxias do Sul foi mandado enviado especial da redação paulista. Colaborou também Ricardo Araújo, que representa o consórcio que levantou o Amsterdan Arena (na Holanda).

O processo teve início no final de 2006, momento em que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, passou a visitar cidades para dar o pontapé inicial nos possíveis candidatos a receber jogos da Copa.
Alemanha reformou a maioria
O que é melhor: construir ou reformar estádios? Das 12 arenas utilizadas pela Alemanha na Copa, oito foram reformadas e quatro construídas. O total gasto foi de 1,4 bilhão de euros, o que daria hoje cerca de R$ 3,7 bi. A maior parte do dinheiro foi investido pela iniciativa privada (como o Alianz Arena, de Munique), mas o governo também colaborou.

A prioridade para os alemães foi a de resolver problemas de infraestrutura, como questão de estacionamento e área de imprensa, que estavam defasados.

Estádios como o de Dortmund ou de Colônia, por exemplo, não tinham como comportar um centro de imprensa, local onde os jornalistas pegam seus ingressos, utilizam a internet e se alimentam, já que é obrigatório ter restaurantes.

Solução? Alugaram terrenos próximos. Em Dortmund (onde o Brasil fez duas partidas), os jornalistas atravessavam uma rua para deixar o estádio e chegar à sala da imprensa.

Com relação aos estacionamentos, por exemplo, havia um problema extra: os trailers. Muitos europeus, com a proximidade dos países, usaram esse meio de transporte para acompanhar a Copa. Eram milhares, que precisavam ter onde parar nos estádios.

Assentos, cobertura, sanitários e lanchonete, problemas aqui, eram questões resolvidas na Alemanha pré-Copa de 2006.
PALCOS
12 SEDESterá a Copa 2014, segundo previsão. Ricardo Teixeira quer todas as regiões.

3,7 BILHÕES DE EUROS

foram gastos na Alemanha para reforma ou construção dos estádios


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Receita enquadra e CBF paga multa de R$ 3 milh�es

Receita enquadra e CBF paga multa de R$ 3 milh�es

Essa não é a primeira vez que a CBF se vê às voltas com o Fisco. Em 2001, uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) instalada na Câmara dos Deputados fez uma varredura nas contas da entidade, justamente por irregularidades apontadas pela Receita Federal.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Os empresários e os clubes têm que se empenha mais para manter os jogadores novos No país, mas os governantes têm que valorizar os atletas de outras modalidades porque não só vivemos de futebol e existem dezenas modalidades esquecidas para as olimpíadas. É este apelo que faço para o Sr.Presidente Lula.




Lula encontra-se com Ganso e Neymar
Em São Paulo, desde a manhã, quando panfletou em favor da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff na porta da fábrida da Mercedes Benz, em São Bernardo do Campo, o presidente Lula encontrou-se à tarde com os jogadores Ganso e Neymar, do Santos. Lula elogiou o esforço feito pelo clube santista para manter os dois craques no Brasil, evitando o assédio dos clubes estrangeiros. "Eu acho que o gesto tanto do Ganso quanto do Neymar é um gesto extraordinário porque são muito jovens, muito meninos, e a cabeça de qualquer um pira quando se fala em milhões de euros", disse o presidente. "É muito importante para o futebol brasileiro que a gente tenha grandes astros jogando", continuou. "Porque o que tem acontecido, até agora, é que a gente vê o jogador com 16, 17 anos, quando ele começa a crescer, a gente não vê mais ele, ele vai embora. Tem jogador que está indo para a Ucrânia, tem jogador que está indo para o Uzbequistão, tem jogador que está indo para o Cazaquistão, tem jogador que está indo...", comentou.
Para Lula, "o Santos deu uma lição para os outros times de futebol, ou seja, brigar um pouco mais, arrumar empresários, construir financiamento para poder pagar os salários deles, porque no fundo, no fundo eles são artistas e, portanto, eles merecem ganhar pelos espetáculos que dão".

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Bom dia povo brasileiro! Apesar da reportagem do congresso em foco ter sido uma bela matéria, sobre o atraso das obras nos estádios. Garanto a todos os brasileiros que vai terminar tudo bem! As empreiteiras com contrato superfaturado, os políticos com o BOLSO cheio, e o povo Vai continua sem saúde, educação, transporte e uma vida dignar de gente. Agradecemos aos governantes que se empenhoro em trazer a copa para o Brasil.

26/07/2010 - 06h00
Tudo atrasado para a Copa de 2014
Levantamento feito pelo Congresso em Foco junto às secretarias de Esporte dos estados mostra que apenas quatro obras já começaram. E mesmo elas estão atrasadas
Levantamento do Congresso em Foco mostra que está tudo atrasado para a Copa de 2014
Há uma piada correndo entre empresas responsáveis pelos investimentos necessários para a Copa do Mundo no Brasil: “Nós não faturamos a Copa de 2010, vamos superfaturar a de 2014”. Se o governo e a Fifa permitirão o sucesso desse projeto, por enquanto não se sabe ainda. Mas o fato é que, passada a euforia e consequente tristeza pela participação do Brasil na Copa do Mundo da África, as autoridades parecem se dar conta que a realização do evento no país, em 2014, está cada vez mais próxima, e que os atrasos poderão acabar criando o cenário para a falta de controle e a injeção de dinheiro público, caminhos fáceis para o superfaturamento das obras. Algumas situações que ajudam nesse caminho, como dispensas de licitação, já começaram a acontecer pelo país.
Por enquanto, vê-se um cenário marcado pelo atraso, por contestações judiciais e até indefinição se algumas cidades ainda serão sedes da maior competição do futebol mundial. A frase do governador do Distrito Federal, Rogério Rosso, na última terça-feira (20), dá o tom de como está o cronograma de obras no país. “O Distrito Federal está atrasado, é verdade. Mas não existe outra cidade mais adiantada”, afirmou Rosso.
A declaração de Rosso foi dada após o governo do DF assinar contrato com o Consórcio Brasília 2014, formado pelas empreiteiras Via Engenharia e Andrade Gutierrez. No valor de R$ 696 milhões, um dos mais caros de toda a Copa de 2014 – superado apenas pela reforma do Maracanã, estimada em R$ 750 milhões –, o novo estádio Mané Garrincha terá capacidade para 70 mil espectadores, estacionamento para 25 mil veículos e cobertura retrátil. O lançamento oficial da obra será amanhã (27), segundo afirmou o gerente do projeto da Copa em Brasília, Sérgio Graça.
Apesar do reconhecimento do governador no atraso, o projeto do novo estádio de Brasília, por incrível que pareça, está à frente de boa parte das outras cidades sede. Levantamento feito pelo Congresso em Foco junto às secretarias de Esporte dos estados e dos órgãos criados exclusivamente para cuidar da Copa mostra que apenas quatro arenas estão com as obras em andamento. São elas: a Arena Pantanal (MT), o novo Vivaldão (AM), a reforma do Mineirão (MG) e a construção da nova Fonte Nova (BA).
Irregularidades
O fato de as obras desses quatro estádios já terem começado não significa que não estejam atrasadas. A Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa) deu como prazo final 3 de maio para as obras começarem. Na época, apenas os projetos de Manaus e de Cuiabá tinham iniciado. O Mineirão foi fechado pelo governo de Minas no mês passado. Já o governo da Bahia começou a reforma, com demolição da antiga estrutura, mas enfrenta questionamentos do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado (TCE) por irregularidades no processo licitatório.
Se quatro já iniciaram, outras duas cidades têm a pior situação entre as 12 sedes. São Paulo vive uma incógnita. Com a recusa do Comitê Organizador Local (COL) em aceitar as garantias financeiras do estádio do Morumbi, a capital paulista ainda não sabe em que local abrigará os jogos do mundial. A construção de uma nova arena, até o momento, é descartada pelos governantes. E o novo Parque Antártica, do Palmeiras, não atende as exigências da Fifa para São Paulo receber o jogo de abertura da Copa.
Natal (RN) é outra cidade cujo projeto de novo estádio está cercado pela incerteza. Na semana passada, o governador do Estado, Iberê Ferreira de Souza, cancelou dois contratos firmados com dispensa de licitação junto às empresas Stadia Projetos Consultoria, responsável pelo estudo complementar do Estádio das Dunas, e Populous Arquitetura Ltda, responsável pelo projeto principal. O documento estava estabelecido no valor de R$ 27 milhões.
Na quinta-feira (22), o governador anunciou que o contrato com a Populous foi mantido, mas o valor orçado caiu para R$ 4 milhões. “A nossa prioridade é garantir que o Rio Grande do Norte irá cumprir o cronograma de obras para a Copa de 2014, agindo com responsabilidade e zelo pela coisa pública”, disse o governador. A obra, de acordo com o governo, está orçada em R$ 400 milhões. O estádio terá capacidade para 40 mil pessoas.
Segundo o governador, o contrato foi cancelado para evitar questionamentos judiciais que poderiam atrasar ainda mais o cronograma de Natal. “Decidimos cancelar porque vimos que teríamos disputa judicial, que poderia atrasar o projeto da Copa”, declarou Iberê. A decisão foi tomada após dois dias de reuniões entre o governador, representantes da Procuradoria Geral do Estado e os secretários de Infraestrutura e de Assuntos Extraordinários para a Copa. Tribunal de Contas e Ministério Público questionavam o valor dos contratos.
Porém, para o projeto poder começar, a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte precisa aprovar um fundo garantidor avaliado em cerca de R$ 37 milhões, formado por imóveis do governo estadual. O governador tenta articular com o presidente da Assembleia Legislativa, Robinson Faria (PMN), a realização de uma sessão extraordinária nos próximos dias, já que os deputados estão em férias.
Encerramento
Se São Paulo ainda não sabe qual estádio receberá os jogos da Copa, o Rio de Janeiro também tem seus problemas. Apesar das diferentes datas fornecidas pelo governo estadual para o início das obras no Maracanã, até agora o processo continua parado. Há duas semanas foram conhecidas as empresas que querem tocar as obras. Somente uma se apresentou sozinha, a OAS. As demais estão concorrendo na licitação em consórcios. São eles: Sanisil/Ba Meio Ambiente/Zagonal Construções, Construcap/Cetenco/Convap, Queiroz Galvão/Carioca Engenharia/Cristian Nielsen Engenharia, Paulitec/Estacom/Recoma e Delta/Odebrecht/Andrade Gutierrez.
De acordo com o governo do RJ, todas as empresas passarão por análise qualificatória, que determina se elas terão capacidade de gerir a obra e se estão formalmente constituídas. O próximo passo será a qualificação técnica e, por último, serão abertos os envelopes com as propostas financeiras. Estas etapas ainda não têm data marcada para acontecer. Ganha quem fizer a obra pelo menor preço, cujo custo inicial é de R$ 720 milhões.
Briga jurídica
O governo do Rio Grande do Norte desistiu de assinar contratos sem licitação para evitar uma batalha jurídica. Já o governo do Ceará, apesar de lançado todo o processo, acabou entrando numa briga jurídica. Os consórcios que disputaram a criação de uma Parceria Público Privada (PPP) para a construção do novo Castelão, em Fortaleza, entraram na Justiça questionando o cumprimento de determinadas exigências do edital, enquanto a outra parte defende-se alegando que o concorrente não quer abrir preço.
A disputa entre as empreiteiras foi motivo de várias ações na Justiça. Em uma delas, o consórcio Novo Castelão pedia a desabilitação de outro concorrente, formado pelas empresas EIT, Marquise e CVS, alegando falhas na pontuação. Outra ação é relacionada ao consórcio Novo Castelão, que entrou na Justiça para desabilitar o consórcio Arena Multiuso do processo licitatório, alegando falhas na primeira fase de habilitação na proposta do concorrente. As empresas aguardam o desenrolar das decisões para finalmente lançarem seus preços.
Dos estádios previstos, outros dois estão com os contratos assinados. O Mané Garrincha, depois de o Tribunal de Contas (TCDF) apontar problemas no valor e na disponibilidade dos recursos, o contrato com as construtoras foi assinado na semana passada. Funcionários do governo já começaram a desmontar o estádio. Porém, até agora, o Executivo ainda não sabe de onde vai tirar os quase R$ 700 milhões necessários para a reforma.
De acordo com Sérgio Graça, o governo estuda as possibilidades de financiamento do BNDES. O governo federal lançou linhas de crédito no valor de até R$ 400 milhões para cada obra. Além disso, os R$ 396 milhões restantes sairão dos cofres do GDF. “Temos a preocupação com o tempo. Mas todos estão atrasados”, resumiu o gerente da Copa no DF. A ideia do governo local é terminar a reforma até dezembro de 2012 e poder qualificar a capital do país como uma das sedes da Copa das Confederações, competição que ocorre em 2013.
Esse é o mesmo caso da Arena Pernambuco. O estádio vai ser construído, no valor de R$ 532 milhões, em São Lourenço da Mata, na região metropolitana de Recife, por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP). Além do governo estadual, estão nesta PPP as empresas Odebrecht Participações e Investimentos e a Odebrecht Serviços de Engenharia e Construção, tendo como parceiros a ISG (International Stadia Group) e a AEG Facilities. “Estamos aguardando a concessão da licença de instalação pelo órgão ambiental do Estado”, disse o secretário da Casa Civil de Pernambuco, Ricardo Leitão, ao Congresso em Foco.
Estádios privados
Inicialmente, a Copa no Brasil previa a realização de jogos em três estádios privados. O Morumbi, do São Paulo, por enquanto está fora. Restam a Arena da Baixada, do Atlético Paranaense, e o Beira Rio, do Internacional (RS). Enquanto o primeiro luta para conseguir as garantias financeiras, o segundo espera pela aprovação de projetos concedendo isenção fiscal para a compra de material de construção. A criação do Regime Especial de Tributação Para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios De Futebol (Recom) tramita na Câmara e não tem previsão para ser votado.
Leia também: 
Invista na Copa do Mundo e se livre de impostos
Na última quarta-feira (21), Curitiba, que caminhava para deixar de ser uma das sedes da Copa, conseguiu a garantia de um empréstimo de R$ 80 milhões do BNDES. O custo total das obras no estádio do Atlético estão orçadas em R$ 138 milhões. O clube diz não ter essa quantia. Por isso, os governos estadual e municipal criaram uma engenharia financeira para evitar o corte. Será apresentado como garantia de quitação da dívida o potencial construtivo da região da Arena da Baixada. Segundo cáluclos da refeitura de Curitiba, o potencial construtivo da área é de cerca de R$ 90 milhões.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Invista na Copa do Mundo e se livre de imposto



Emendas propostas ao projeto de isenção fiscal da Fifa ampliam a desoneração fiscal de quem se envolver no Mundial. Perda de impostos já soma R$ 1,2 bilhão
Emendas dos parlamentares visam ampliar ainda mais isenção fiscal de quem investir na Copa. Mesmo sem elas, perda em impostos já soma mais de R$ 1 bilhão
Terminada no domingo (11) a Copa da África do Sul com a vitória da Espanha, inicia-se o Mundial de Futebol de 2014, no Brasil. Por enquanto, longe do verde dos gramados, e perto do verde do tapete da Câmara dos Deputados. Com todos os lances, rasteiras e coteveladas típicos do jogo político. O projeto de isenção fiscal da Federação Internacional de Futebol Associado (Fifa), enviado para a Câmara em 31 de maio, deve levar o governo a se meter em uma nova briga. Após a bola dividida entre as pastas do Esporte e da Fazenda, agora será a vez do Palácio do Planalto discutir com o Congresso. Isso porque, se depender dos parlamentares, a área econômica do governo, que já chiava com as desonerações já prometidas, terá de engolir novas isenções. Até o momento, a matéria ganhou cinco emendas, todas tentando aumentar ainda mais o perdão fiscal para quem investir na Copa. Se as emendas forem aprovadas, o governo se verá diante de novas renúncias fiscais. Apenas com a desoneração para a Fifa, a perda de impostos já está hoje avaliada em R$ 1,2 bilhão.
Leia também:Zero de impostos para Fifa na Copa de 2014
O caminho da isenção fiscal está concentrado entre os artigos 21 e 25 da proposta elaborada pelo Executivo. O capítulo cinco prevê a criação do Regime Especial de Tributação Para Construção, Ampliação, Reforma ou Modernização de Estádios De Futebol (Recom). A intenção do governo é conceder incentivos fiscais para os projetos de arenas esportivas que vão sediar os jogos da Copa. Somente para isso, o governo vai deixar de arrecadar aproximadamente R$ 340 milhões.
Pelos cálculos da Receita Federal, a União perderá algo na faixa de R$ 900 milhões com a isenção total da Fifa e a instalação do Recom. Além disso, outros R$ 300 milhões deixarão de ser arrecadados pelos municípios com a renúncia do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS). Em compensação, a Receita espera que entrem nos cofres R$ 10 bilhões em arrecadação em outras áreas. Já houve uma mudança de cálculo, para menor. O número inicial era de R$ 16 bilhões.
O problema das emendas apresentadas até agora pelos parlamentares é que elas propõem novas isenções sem fazer qualquer tipo de cálculo sobre o rombo que vão representar. Isso confronta diretamente a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no seu artigo 14, que prevê a necessidade dessa conta ser feita, além de medidas que compensem o rombo no orçamento.
Porém, especialistas com familiaridade no projeto consideram outro fato mais complicado e que merece muita discussão. Uma emenda do deputado José Rocha (PR-BA) altera o artigo 25, o que fecha o capítulo sobre o Recom. O parágrafo único, no texto mandado pelo governo, estabelece que os benefícios concedidos no regime criado para a Copa comecem em 1º de janeiro de 2011 e terminem em 30 de junho de 2014.
O parlamentar, que foi presidente do Esporte Clube Vitória (BA) e atualmente presidente do Conselho Deliberativo do time, retirou a data na qual o benefício começa, deixando apenas o encerramento do Recom no texto. Além disso, coloca que os tributos pagos antes da publicação da lei podem ser rembolsados. Ou seja, pela emenda do parlamentar baiano, o Recom vai retroagir na isenção fiscal das obras nos estádios. Consultores ouvidos pelo site apontam que, com a redação proposta, a renúncia seria impossível de calcular.
Na justificativa da emenda, Rocha afirmou que “a restrição temporal imposta ao início do gozo dos benefícios fiscais não se justifica, na medida em que ocasionará atraso na conclusão das obras”. O site não conseguiu localizar o deputado. No texto protocolado, ele diz que as “alterações sugeridas vêm a restituir o beneficiário pelos impostos recolhidos
nas aquisições/serviços realizadas antes da vigência desta Lei”.

Veja a íntegra da proposta de José Rocha
Para o presidente da Subcomissão de Fiscalização da Copa de 2014, deputado Silvio Torres (PSDB-SP), a proposta é polêmica. E vai exigir uma mobilização do Parlamento, em especial da oposição, para que a renúncia fiscal dada para o Brasil realizar a Copa não aumente ainda mais dos R$ 1,2 bilhões previstos. “Nós vamos fiscalizar”, garantiu.
Valores
“Nós só saberemos qual o impacto depois que as cidades subsedes forem definidas e os projetos apresentados”, disse o deputado Marco Maia (PT-RS) ao Congresso em Foco, que apresentou uma das emendas na Comissão. Ele pretende que o Recom não se restrinja apenas aos investimentos nos estádios utilizados na Copa. Quer também isenção para quem construir, reformar ou modernizar bases de treinamento para as seleções. Somente no Rio Grande do Sul, pelo menos quatro cidades postulam a posição.
Para ele, a emenda deve ser aprovada para corrigir uma falha original do projeto. “Queremos dar isonomia a todos”, completou. O parlamentar gaúcho, que tem como base de atuação Canoas – uma das postulantes a ser subsede –, deixou o artigo 21 com um parágrafo a mais.
A emenda de Marco Maia estende o mesmo benefício dado aos governos e clubes nas sedes às subsedes. Mas a euforia de desoneração pode ir alam. Outra emenda de José Rocha prevê que, além das arenas esportivas, também tenham isenção as obras que foram feitas nas estruturas adjacentes aos complexos esportivos, englobando “demolições e outras obras necessárias ao cumprimento das exigências da Fifa, tais como estacionamentos, centros de imprensa e áreas de convivência para atendimento e conforto do público”.
As emendas foram apresentadas na semana passada na Comissão de Desenvolvimento Econômico da Câmara, onde o Projeto de Lei 7422/10 será analisado inicialmente. O relator, deputado Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE), ainda não estudou as propostas. A intenção dele é estabelecer nesta semana um calendário de trabalho, já que, por se tratar de matéria de isenção fiscal, ela tem que ser aprovada até setembro.
Marco legal
Terminada a Copa do Mundo de Futebol na África do Sul, governo, parlamentares e entidades do esporte começam a se preocupar unicamente com a organização do evento no país em 2014. Uma das várias exigências que a Fifa faz ao país sede é que todo um marco legal, especialmente nas áreas tributária e de propriedade intelectual, estejam aprovadas antes dos cartolas se instalarem no Brasil.
De acordo com o Ministério do Esporte, o projeto foi elaborado para abranger três das 11 garantias governamentais exigidas pela Fifa como condição inicial para a candidatura do país. São elas: sobre tarifas alfandegárias e impostos de importação, isenções fiscais gerais, procedimentos relativos à imigração, alfândega e check-in. Além disso, o governo mandou também uma proposta que trata da isenção do ISS, que é de competência dos municípios e do Distrito Federal, e um decreto estabelecendo a proteção da propriedade intelectual e dos direitos comerciais da entidade.
Ao site, Marco Maia disse que será necessário um esforço grande para aprovar as medidas  que tratam da Copa até setembro. Isso porque o envolvimento dos parlamentares com as campanhas eleitorais certamente diminuirá muito o quorum das sessões no segundo semestre. Segundo ele, a demora na aprovação já preocupa o ministro do Esporte, Orlando Silva. Por isso, o governo já estuda pedir a urgência nos projetos de lei, levando a tramitação apenas para o plenário da Câmara, não passando pelas comissões.
Silvio Torres, que foi relator da CPI da CBF/Nike, que investigou o futebol brasileiro e seus cartolas em 2001, não acredita que o governo consiga votar o projeto de isenção e as outras matérias nesse período. “Não vejo essa possibilidade. Numa pauta de esforço concentrado, não entram matérias polêmicas”, afirmou.